Falava-se de escrita e literatura. Esmelina Maria, muito viajada e douta, atira para para a mesa uma pérola de sabedoria (para regozijo de todos os porquinhos presentes):
O que eu mais gosto da língua é podermos pegar na língua e fazermos com ela o que quisermos.
Ao que a nossa Kinky Pinky, sempre muito atenta e sagaz, replica:
Esmelina, gosto das tuas madeixas.
EmE, camarada, como te compreendo... e respondendo também ao Meste M., eu, no domínio do oral, sou bom... mas não é com as palavras. Já agora, EmE, nunca reparei que tivesses madeixas na dita cuja (língua...).
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24 janeiro 2011
29 novembro 2010
Jantar - The final countdown!
camaradas!
é já amanhã, e a votação está 5/4 (a favor do alentejano). só que eu esqueci-me de votar, e o meu voto vai para o chinês. pelo que proponho o seguinte:
ajuntamento no drink's (junto ao conservatório de música, parque infante d.pedro) pelas 20h30, com a tolerância do quarto de hora académico. como só interessa quem está (assim diz o povo), uma vez reunidos, decidimos onde se janta. a escolha para um segundo jantar (eventualmente no seguimento da última aula) fica automaticamente feita.
uma vez todos reunidos: escolhemos o local do repasto, e iremos para lá (proponho que a pé, não obstante o frio e a chuva).
nota 1: quem prevê chegar depois das 20h45 é favor mandar-me um e-mail com número de tlm e preferência de restaurante (nacional ou oriental).
nota 2: levar uma esferográfica ou um lápis
é já amanhã, e a votação está 5/4 (a favor do alentejano). só que eu esqueci-me de votar, e o meu voto vai para o chinês. pelo que proponho o seguinte:
ajuntamento no drink's (junto ao conservatório de música, parque infante d.pedro) pelas 20h30, com a tolerância do quarto de hora académico. como só interessa quem está (assim diz o povo), uma vez reunidos, decidimos onde se janta. a escolha para um segundo jantar (eventualmente no seguimento da última aula) fica automaticamente feita.
resumindo: ajuntamento no drink's - 20h30 (tolerância de 20 minutos)
uma vez todos reunidos: escolhemos o local do repasto, e iremos para lá (proponho que a pé, não obstante o frio e a chuva).
nota 1: quem prevê chegar depois das 20h45 é favor mandar-me um e-mail com número de tlm e preferência de restaurante (nacional ou oriental).
nota 2: levar uma esferográfica ou um lápis
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18 novembro 2010
Jantar Convívio
Dia 25 de Dezembro
Terça-feira jantamos todos juntos; e quarta-feira é feriado! Fica combinado encontrarmo-nos às 20h00 no local do crime.
Falta agora decidir qual restaurante; há duas sugestões:
1) Monte Alentejano
2) Chinês (junto à Royal School)
Manifestem-se! Reparem na sondagem, ali no canto superior direito.
Podemos levar convidados. O colega de blogue, J. T. parreira, é - obviamente - presença imprescindível entre os comensais.
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10 novembro 2010
Os Escritores

Peça em dois quadros num Acto.
Personagens : Arlen, um americano, contista conhecido nos meios da revista New Yorker, cerca de 40 anos. Specter, perto dos 60. Crítico literário avulso.
Personagens : Arlen, um americano, contista conhecido nos meios da revista New Yorker, cerca de 40 anos. Specter, perto dos 60. Crítico literário avulso.
Uma mesa de café com dois bules, um com café outro com leite, duas chávenas. Uma espécie de Starbucks de bairro da parte baixa da cidade, meia dúzia de frequentadores, já conhecidos. Os últimos. Algumas cadeiras já arrumadas, umas sobre as outras, como uma torre de Babel. Duas horas da manhã.
Arlen – Bela noite para dar um tiro no ouvido!(Olhou para o seu interlocutor, movimentou a mão direita para os lados, sobre o tampo da mesa e, depois, levou-a à tempora direita, e com dois dedos em ângulo)- Puff!Pausa.- A personagem parece estar a pedi-lo.
Specter ( olha para Arlen e franze os sobrolhos) – Depois dos diálogos que já lhes ouvi, Arlen, não sei se daria certo.Pausa.-É que há correspondência de estados e de sentimentos entre os diálogos das tuas personagens, Mikhail Baktin não iria gostar.Risos na mesa.
Arlen – Polifonia nos discursos que nem sempre são contradições. Afinal o dialogismo para Baktin vai muito mais além… -Pausa
Specter ( interrompendo)- …de textos dentro do texto. Eu sei, mesmo assim, para além do entrecruzar de várias vozes, as tuas personagens parece que estão de acordo.
Arlen – Perante os factos criados no enredo, gostava de poder dizer isso. O tema, contudo, não me parece propício. Às dialogias .
Specter – Óbvio, tinhas que tentar refazer um ambiente pós-traumático às tuas personagens, sendo que cada uma teria a sua maneira de verbalizar o conflito.
Arlen- A recorrente história próxima da América com a Guerra do Vietname, não me deixou outro recurso.
Specter ( emenda-o, com um gesto) – Não, outra fonte. Os teus trabalhos sobre isso, sempre foram muito históricos. É uma fonte a que vais beber.Pausa-Li Chomski, sabes.
Arlen- O Noam fez a crítica da guerra pelo lado do Poder Americano.(Levanta-se, sai fora da luz, como se fosse ao balcão e vem com uma chávena)-Está vazia. (Agarra no bule com leite e verte na chávena). Não quero mais café forte, hoje.
Saem ambos, depois de Arlen beber o café e deixar 3 dólares sobre a mesa.
Dia seguinte. Manhã. Esquina de uma Rua com a 6ª, na Village, com vapor a sair de uma grelha no chão.
Specter (com ar lavado, cabelo comprido humedecido) – Estive a reler um poema que escreveste há uns anos para o Departamento de Poesia da New Yorker. Lembras-te?
Arlen ( fazendo um esforço, fala vagamente) – É aquele do cigarro abortado antes da última cinza?
Specter (diz que sim com a cabeça) – Esse, no qual fazes um esforço para contradizeres tudo o que Bakhtin ensinou sobre a presença de outros textos dentro do texto…
Arlen ( interrompe-o de chofre) – Dialogias, não. Logo de manhã. Esse poema é um único texto e sou eu mesmo, do princípio ao fim.
Specter (com ar desconfiado, tira do bolso uma folha de papel que parece ser de revista, pára, lê um excerto com ar dramático). – Quando a noite chega e meus olhos / são uma sala vazia, quando a noite chega / e olho meus livros, os meus utensílios /com palavras na penumbra, é a hora da luz / iluminar com a sua água sobre a mesa...
Arlen ( puxando-lhe o braço, interrompe-o) – Esse poema podia hoje aplicá-lo à minha personagem…anda às voltas com a noite.
Specter ( com ironia) – Cá está, outro texto, não apenas uma personagem e um diálogo, mas duas pelo menos: a noite e tu.
Arlen (vitorioso) – Aí está, digo eu agora. A noite é pura e simplesmente antagonista.Ela não responde nada, é alheia ao sujeito poético desse poema. (Tira-lhe da mão a folha de revista.) Deixa-me ler. “Quando chega a noite / estou cercado de perguntas, algumas / respondo, outras cingem-me os ombros “ (Lê em voz bem audível, de uma forma neutral)
Specter ( retoma o passo e arrasta o amigo) – Se incluíres esse poema no conto, em forma de prosa, ou seja como for, terás o caminho aberto para o que disseste ontem à noite.
Arlen ( pára, pensa um pouco, abre ligeiramente os braços) – Matar a personagem com um tiro no ouvido? ( leva a mão direita à têmpora e abre em ângulo dois dedos)
Specter (sibilinamente) – Puff!
(c) João Tomaz Parreira
24 outubro 2010
ECUA @ Facebook
Criei o grupo Et Quoi : ECUA no Facebook.
Uso esta rede social muito pouco, mas talvez seja uma plataforma melhor que o blogger, não sei... Logo se vê a receptividade, e se vale a pena manter o grupo.
Uso esta rede social muito pouco, mas talvez seja uma plataforma melhor que o blogger, não sei... Logo se vê a receptividade, e se vale a pena manter o grupo.
20 outubro 2010
Et Quoi
et quoi? cha la la!
wtf is ET QUOI? f*kin' french?
nopes! ET QUOI comes from ECUA (portuguese, actually)
there it is!
have tons of fun
(this is just a first silly post, 2b edited by someone wiser...)
wtf is ET QUOI? f*kin' french?
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