Priberam | Comentários
|
Priberam » Palavra do dia |
Mostrar mensagens com a etiqueta partilhando. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta partilhando. Mostrar todas as mensagens
26 janeiro 2011
21 janeiro 2011
Dicionário de Humor Infantil...as maravilhas que saem da boca das crianças
"Pedro Bloch foi médico, escritor, jornalista, compositor, poeta, dramaturgo e autor de livros infanto-juvenis. Naturalizou-se brazileiro.
Aqui ficam mais alguns exemplos para além dos que a Fátima já colocou...
Abolição: Uma coisa assinada pela escrava Isaura.
Abstrato: Sim, eu sei o que é abstrato. Esta sopa, por exemplo, leva abstrato de tomate.
Adulto: É uma pessoa que sabe de tudo, mas quando não sabe diz logo: "veja na enciclopédia".
Bebê: É uma coisa que ainda tem a cabeça verde. Não funciona como a gente.
Bobo: É uma pessoa cheia de coisas vazias.
Bússola: É uma coisa que toda criança deveria ter. - É que eu me perdo muito.
Cinema: É um lugar onde a gente come pipoca.
Dia: Hoje é amanhã de ontem. ( o meu preferido:)))))))))))
Estudioso: Ser estudioso é pensar pouco e decorar muito.
Futuro: É tudo o que vem depois, e quando chega já era.
Gémeas: Eu vi duas meninas de cara repetida.
Hora: A melhor hora da minha escola é a hora da saída.
Ilha: É um morro que caiu dentro do mar.
Juízo: A fazer tudo o que mamãe acha que tá certo, mesmo quando está errado.
Leque: É um espanador de ventinho.
Mãe: Trocar de mãe? Nem com juros e correção monetária.
Noite: É o dia com luz apagada.
Ovo: Dizem que Colombo botou um ovo em pé. Eu não boto nem sentado.
Paciência: É uma coisa que a mamãe perde sempre.
Quando Puder: É muito tarde.
Robô: É um monte de peças e computadores que pensam que viraram gente.
Sol: Eu não errei na prova. Só disse que o Sol nasce no nascente e dorme no dormente.
Tamanduá: É um bicho todo desarrumado. Até formiga ele come.
Ultrassonografia: È parente da Geografia? É?
Vocação: É a voz do papai.
W: São dois vês que nasceram gémeos.
X: O menino vê a placa anunciando Raios-X e diz: "Mamãe, olha o nome do médico da vovó.
Y: É uma letra parecida com um estinlingue, que é entrometida.
Zebra: Um burro que nasceu com listras, coitado.
13 janeiro 2011
A francesa...
Sentou-se delicadamente, cruzando as pernas e pousando os sacos num amontoado brilhante e multicolor. Deviam estar cheiinhos de presentes para a família, o animal de estimação, as amigas mais próximas e os arredores do seu roupeiro. Tinha um ar todo fino e requintado, mas satisfeito, ou não estivesse de barriguinha cheia das compras nas lojas duty free.
Roía as unhas como um se fosse um esquilo a descascar uma bolota e a ponta branca era fruto da manicure francesa, já gasta. Observava os passageiros do aeroporto, como se estivesse no último andar da Torre Eiffel. O seu olhar era azul metálico, carregado de rímel azul-escuro, e o risco, estilo Cleópatra, estava bem delineado. O cabelo era ondulado, carregadinho de tinta loira, mas o tom até nem era dos mais berrantes. No entanto, não deixava de ser piroso. As botas de cano alto, cheias de aplicações e enfeites em feltro, pareciam uma árvore de Natal enfeitada por uma criança. As mulheres olhavam para ela com inveja e os homens, lançavam-lhe um olhar felino, com segundas e terceiras intenções. A menina negra parecia admirá-la e o Mr. Mistério, por detrás dos seus óculos escuros, magicava com toda a certeza uma forma de a abordar. Eu estava a ficar enjoada com o cheiro do perfume da senhora. Em breve, ia com certeza, transformar-me em bacalhau da Noruega... Estava há três horas à espera do voo para Londres, onde ia dar mais uma palestra acerca de motivação e coaching. Estava delirante, pois era uma oportunidade fantástica de expandir a minha empresa. Mal pensei no meu encontro com o meu querido detective Poirot, toca o telemóvel da francesa e deita por terra as minhas pertenções de leituras christianas. A senhora toda fina, vinha de França de certeza, ou não tivesse ela, uma t-shirt preta, bem justinha, com o típico estampado de letras brilhantes e o coração no meio, que diziam: "I love Paris." Foi o fim do meu sossego livresco, pois a francesa não se calou mais ao telemóvel, durante uma hora. “Que teria aquela árvore de Natal francesa para contar, durante uma hora...e ainda por cima em Francês, a língua que me arranha os ouvidos.” Mas o pior de tudo foi o desfile de moda que ela fez durante essa hora, zumbindo de um lado para o outro, como se fosse uma abelha, mesmo à minha frente. O Mr. Mistério estava deliciado, e todos os os machos men paravam para a admirar nas suas jeans Levi´s, super justinhas. A menina negra começou a imitá-la, mas a mãe depressa a proibiu. Resolveu ficar amuada a observá-la.
"Que irritante era tudo aquilo!" – pensei – " e o perfume era tão enjoativo...ai, ai...eu já me estava a passar!"
Felizmente anunciaram que o voo para Londres ia partir daí a dez minutos. Fiquei aliviada…até me aperceber, quando me sentei no avião, que o raio da francesa estava sentada mesmo ao meu lado. "Oh, não, vou morrer sufocada com esta snobe!"- pensei eu...mas de repente, ela perguntou-me o meu nome...
Se calhar vou continuar esta ideia...daqui a dias...vamos ver...depende da disposição..gostei desta ideia dos aeroportos...mas acho que o meu narrador está na 1.ª pessoa...apesar de falar da personagem na 3.ª...fiquei um pouco confusa, mas era esta a perspectiva que queria dar...não se se era bem isto que se pedia...
12 janeiro 2011
O incêndio na escola do meu coração: memórias soltas da minha infância
Lembro-me de adorar ir à escola e de transformar o início de cada ano novo escolar numa azáfama mágica, como a dos duendes em vésperas da entrega dos presentes de Natal. A ansiedade de comprar os livros novos e o desejo insaciável de ter uma mochila, um estojo, uma borracha ou uma simples caneta nova, para levar comigo no primeiro dia de aulas, faziam o meu coração mudar de cor, tal como acontecia com as folhas das árvores, naquela mudança de estação.
Recordo-me de passar muito tempo na escola, onde a minha mãe trabalhava – a ler, a desenhar, a colorir, a recortar, a colar – e sobretudo a ouvir as conversas daquelas pessoas, que já não tinham a minha idade. Pareciam sempre tão apressadas e nervosas. Apesar de tudo isto, não me lembro do meu primeiro dia de aulas e confesso que as minhas memórias de infância são como um dia de nevoeiro no país do chá e das bolas de neve. A escola sempre foi a minha segunda casa e já não me lembro do primeiro dia que lá entrei, pois devia ser um bebé de colo.
A minha mãe conta que em no ano em que entrei para o pré-escolar, fiz uma birra enorme e fartei-me de chorar, porque não queria lá ficar. Já não me lembro disso, mas recordo-me bem das cenouras que a minha amiga dinamarquesa comia e da caixinha de areia onde brincávamos horas infinitas. Ahh…também me lembro bem de adorar brincar!!! O meu pai repete vezes sem conta que quando me chamava para regressar a casa, depois de um longo dia de brincadeira, eu dizia que não estava cansada, porque não tinha brincado nada. Na verdade, lembro-me de ser criança, mas já não me lembro da criança que fui. As fotografias são muitas...e isso ajuda a enriquecer as recordações. Tenho saudades desse tempo, que já não volta, mas sinto-me feliz porque aconteceu!
Recordo bem o dia fatídico em que cheguei à minha antiga escola primária – a escola do meu coração – e vi as labaredas de fogo a consumirem o edifício como se fosse uma caixa de papel. Essas malditas labaredas perseguiam-me como se fogem dragões saídos de um filme de ficção científica. Eu estava triste e cansada de correr de um lado para o outro para as tentar afastar da escola. Os meus colegas de turma gritavam muito e as lágrimas escorriam-lhes pelo rosto como cascatas limpídas e tranparentes. Os bombeiros lutavam contra aqueles fantasmas vermelhos, com os jactos de água das suas mangueiras compridas e velozes, que me faziam lembrar serpentes encantadas. De pijama e roupão, os pais das crianças agradeciam o facto do incêndio ter sido de noite e de não estar lá ninguém dentro. Quando lá entrei, horas mais tarde, depois dos bombeiros terem apagado o fogo, estava tudo em cinzas. O cenário era de destruição. Estava tudo negro e desconfigurado e eu já não reconhecia a minha sala, nem a minha cadeira, nem os meus cadernos novos, cheios de belas composições escritas à mão. Comecei a ouvir a sirene dos bombeiros já longe, mas quando dei conta, acordei e reparei que era o despertador, que me libertava deste pesadelo recorrente.
Resolvi escrever acerca deste meu pesadelo de criança, pois pareceu-me mais interessante e do que aquele que escrevi na aula, com o qual não fiquei satisfeita!
Feliz ano novo de 2011 para todos!!!!!!!!!!!
28 dezembro 2010
Descrição do meu refúgio!
As paredes pinceladas de cor-de-rosa reflectem nos cortinados e nas almofadas arroxeadas. Quando fecho a porta, sinto o aroma inconfundível da privacidade, que se mistura com o cheiro do incenso de mel e da aconchegante melodia da chuva.
Sou transportada para uma terra mágica, onde os livros têm asas, as caixas de música parecem bolos de aniversário e as fotografias sabem falar. Os anjos vão voando pelas quatro estações do ano. O mais teimoso insiste em estar sentado na montanha livresca mais alta, para ter os seus pensamentos mais próximos das nuvens. Neste lugar idílico e mágico, há neve e amores-perfeitos, eternamente primaveris; e há ainda uma rena, que não aprendeu a voar, mas que observa atentamente a bola de neve do país do chá e dos castelos. O marco do correio fica perto das cúpulas Russas e os meus sonhos estão em cada um destes objectos. A minha rainha de rosas tem o seu altar em frente à minha cama. O arlequim e a princesa estão atentos às mudanças de humor da bailarina e da fada verde, porque afinal quer esteja só ou acompanhada, no meu refúgio tudo tem tanto significado, que perco a noção do tempo, contemplando cada nuvem sonhadora que me fornece energia e muita inspiração...
Espero que gostem...foi escrito e reescrito várias vezes e ficou assim!!!!!Venham os comentários para quem os quiser fazer...
Boas festas,
Ana
12 novembro 2010
Exercício 4- A insónia!
Olá a todos,
Aqui vai ele:
Tenho andado menos assídua nos meus posts...mil desculpas, mas tendo sempre tantas tarefas em mãos que por vezes torna-se complicado, chegar a todo o lado da mesma forma! De qualquer forma, estou sempre atenta aos vossos posts, tão inspirados e inspiradores! Parabéns a todos, menos aqueles que não conheço pessoamente!
O exercício 4, realizado na aula do dia 3 de Novembro, foi particularmente interessante, ainda que tendo já lido o texto da Fátima, me tenha de certa forma inspirado nele, quando escrevi o meu! Thanks Fátima! De qualquer forma, não o consegui escrever na 2.ª pessoa, talvez porque me parece mais interessante do ponto de vista da 3.ª- ela a noiva!
Aqui vai ele:
Ela não podia a acreditar! Estava tão nervosa que tinha de ir à casa de banho pela milésima vez! Lá ia ela a abrir o frigorífico outra vez. Apetecia-lhe comer uns docinhos e beber um chocolate quente, ou será que era só gula!? Tinha jantado um bela sopa, uma saladinha e fruta. A nutricionista tinha sido bem clara quanto à dieta rigorosa para caber no vestido. Nos últimos dias só pensava em doces e as noites pareciam-lhe intermináveis! Tinha sempre o mesmo pesadelo de que algo a impederia de casar!
"E o vestido? "Será que ainda estava na caixa?" Foi verificar. Sim, estava tudo em ordem, menos as luvas e a liga! Era a tragédia, o caos - mas que raiva- onde terei metido as luvas e a liga?" Procurou por todo o lado, mas o cansaço acabou por vencê-la. "Era o fim, já não se ia casar!", pensou. As luvas e a liga tinham desaparecido e pensando bem aquele vestido também não a favorecia, e o bolo também era muito simples. Ia mudar tudo, tinha ideias novas, mais interessantes e criativas! Para além disso, será que o noivo era o ideal!? Quanto mais pensava, mais dúvidas tinha! Estava a ficar neurótica!Resolveu ligar ao André...talvez ele a conseguisse acalmar!
Kisses
Ana
Alterei o título, mas ainda não estou satisfeita. Pode ser que me surja mais alguma ideia entretanto...
23 outubro 2010
Sharing some beautiful sentences!
" It does not matter how slowly you go, so long as you do not stop." Confucius
" A pessimist sees the difficulty in every opportunity; an optimist sees the opportunity in every difficulty."
Winston Churchil
"Anyone who has never made a mistake, has never tried anything new." Albert Einstein
"No one can make you feel inferior without your permission." Eleanor Roosevelt
" A quitter never wins and a winner never quits." Napoleon Hill
"Let me tell you the secret that has led me to my goal. My strenght lies solely in my tenacity." Louis Pasteur
and finally,
"Imagination is more important than Knowledge." Albert Einstein
You may reflect on this..if you have the time, the energy and the will...
Have a great weekend
Ana
" A pessimist sees the difficulty in every opportunity; an optimist sees the opportunity in every difficulty."
Winston Churchil
"Anyone who has never made a mistake, has never tried anything new." Albert Einstein
"No one can make you feel inferior without your permission." Eleanor Roosevelt
" A quitter never wins and a winner never quits." Napoleon Hill
"Let me tell you the secret that has led me to my goal. My strenght lies solely in my tenacity." Louis Pasteur
and finally,
"Imagination is more important than Knowledge." Albert Einstein
You may reflect on this..if you have the time, the energy and the will...
Have a great weekend
Ana
Subscrever:
Mensagens (Atom)





